Cerca de 93,3% (1,2 milhão) dos domicílios em Mato Grosso são de casas e 6,3% (96 mil) apartamentos até o ano passado, de acordo com a pesquisa nacional de amostra de domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 7 mil são considerados habitação em casa de cômodos ou cortiços (0,5%).
Do total de domicílios particulares permanentes no Estado, 55,3% (762 mil) eram próprios já pagos; 6,% (83 mil), próprios ainda pagando; 28,7% (396 mil), alugados. O IBGE ainda aponta que 9,8% (135 mil) estavam cedidos e aqueles em outras condições totalizava 0,1% (2 mil).
De 2024 para 2025, houve um aumento de 89 mil domicílios quitados no Estado, e redução de 29 mil domicílios alugados.
Em relação ao material de parede dos domicílios, do total de 1,3 milhão, 86,8% (1,19 milhão) tinham as paredes externas construídas de alvenaria/taipa com revestimento, ou seja, houve uma expansão de 0,2% em relação a 2024. Além disso, no ano pasado, os domicílios com paredes externas de alvenaria/taipa sem revestimento representavam 5,9% do total, o equivalente a 81 mil, 0,1% a menos que em 2024.
Já os domicílios com paredes externas de madeira apropriada para construção (aparelhada), em 2025, representaram 6,9%, ou 95 mil, contra 89 mil em 2024. Aqueles com outro material, como madeira aproveitada de tapumes e embalagens, representaram 0,5% (7 mil) em 2025, representando uma queda de 0,3% em relação a 2024.
Quanto ao material empregado nos pisos, ano passado, Mato Grosso registrou 1,2 milhão de domicílios com revestimento de cerâmica, lajota ou pedra (88,7%), 144 mil de cimento (10,4%), sete mil domicílios de madeira apropriada para construção (0,5%) e cinco mil de outro material (0,4%).
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