O telão do Impostômetro da Federação de Comércio de Mato Grosso registrou no último domingo que o Estado ultrapassou o montante de R$ 5 bilhões em arrecadação de tributos municipais, estaduais e federais no Estado. A marca foi alcançada com um dia de antecedência em relação ao ano passado, o que, segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Federação (IPF), representa um crescimento mais associado à manutenção do nível de atividade econômica do que a um salto na produção ou no consumo.
Somente a capital mato-grossense já somou R$ 104 milhões em arrecadação de impostos municipais. Rondonópolis acumula R$ 28 milhões, seguida de Sinop, com R$ 21 milhões, e Várzea Grande, com R$ 14 milhões.
O presidente da Fecomércio, Wenceslau Júnior, destacou a movimentação da atividade comercial como fator determinante para a manutenção da arrecadação no estado. “O desempenho da arrecadação em janeiro sinaliza um ambiente econômico ainda ativo, no qual empresas e consumidores seguem operando e gerando fluxo de impostos, mesmo sem acelerações bruscas”, afirmou.
Segundo Wenceslau Júnior, o desempenho dessas cidades reflete a concentração de atividades ligadas aos setores de serviços, comércio e agronegócio. “São regiões com forte dinamismo empresarial, o que possibilita maior geração de tributos e, por consequência, sustenta serviços públicos que retroalimentam a atividade local”, afirmou. No entanto, completou que “é preciso que esses impostos retornem ao cotidiano das empresas e das famílias, na forma de infraestrutura, serviços públicos eficientes, entre outros”.
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