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Extrema gravidade

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O diretor da Empresa Cuiabana de Saúde Pública, Israel Paniago, depôs na câmara de Cuiabá, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), dos Débitos Previdenciários, e denunciou que de janeiro de 2017 a 2024 (gestão de Emanuel Pinheiro), foi contabilizado passivo trabalhista de R$ 227 milhões por não repasse de obrigações previdenciárias, de Imposto de Renda e de FGTS, pela prefeitura de Cuiabá descontados de funcionários da área da saúde. ” A situação da Empresa Cuiabana de Saúde é de extrema gravidade devido o passivo herdado referente o não repasse de tributos de ordem previdenciária. Esse passivo sem correção é no valor de R$ 145 milhões. Estamos fazendo um trabalho de atualização desse passivo, e até a presente data, chegamos a um valor atualizado de R$ 227 milhões. E esse valor pode aumentar ainda mais com a conclusão do nosso trabalho nos próximos dias”, disse Israel.

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