
Uma reunião entre os profissionais da categoria vai acontecer, hoje, às 17h, onde serão discutidas alternativas para a situação. “Vai ser um bônus para aqueles que não participaram da greve. Independente da situação, é um calendário que todos devem cumprir. Podemos acionar o Ministério Público para que a prefeitura explique a razão desta atitude ou, em último caso, marcar uma paralisação em protesto”.
Questionada, a secretária Municipal de Educação, Gisele Faria de Oliveira, informou que “a informação não procede” e se recusou a dar mais informações em entrevista por telefone.
A greve dos profissionais da educação começou em julho do ano passado e durou mais de 40 dias. Os grevistas cobravam redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais e equiparação salarial entre com os servidores estaduais, de R$ 1,6 mil para R$ 1,7 mil.


