
Jiloir afirmou que os procedimentos necessários já foram dialogados com o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região do Teles Pires, compreendido por cidades do Norte e Médio-Norte. “São 14 cidades da região que o integram. O consórcio vai comprar pacotes de cirurgia, por exemplo, e vai ser pago só o que for executado. Primeiro se executa, depois paga. Não ocorrem repasses mensais”, explicou ao Só Notícias.
Em relação a apoio do governo estadual, ele afirmou ser esperado a escolha do novo gestor para diálogo no começo do ano que vem. “Neste momento fica difícil por ser ano eleitoral, enfim, mas vamos esperar a escolha do novo gestor para iniciar as conversas”, acrescentou.
Em março o prefeito Otaviano Pivetta (PDT) apresentou ao secretário estadual de saúde, Jorge Lafetá, o projeto que propõe a regionalização do Hospital São Lucas. A intenção é “quebrar” a distância principalmente percorrida por pacientes que em alguns casos, precisam se deslocar a Cuiabá, cujo percurso de Sinop, por exemplo, chega a 1 mil quilômetros ida e volta.
A unidade tem cerca de 150 profissionais, mais de 70 leitos, para cirurgia e clínica geral, pediatria, obstetricia clínica, e a previsão é de implantar leitos de UTI. Atualmente, o Hospital Regional de Sorriso supre parte da demanda de média e alta complexidade na região. No entanto, na sexta-feira (28), em reunião com Lafetá, em Lucas, prefeitos e secretários de Saúde das cidades que integram o consórcio intermunicipal.


