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Estudante do Médio Norte apresenta resultado de pesquisa em evento no Peru

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A estudante Deborah Diogo Guedes e a professora Laura Amorim viajaram quase quatro mil quilômetros, entre Barra do Bugres e Trujillo, no Peru, para apresentar um aplicativo de celular desenvolvido com o objetivo de mapear o desperdício da merenda escolar. A participação das duas na 9ª Mostra Científica Latino-americana iniciada no dia 5, termina nesse sábado.

O aplicativo foi criado a partir do projeto “Índices de Desperdício de Alimentos na Residência dos Alunos”, teito pelos estudantes Deborah e Davi Bezerra de Araújo com orientação da professora Laura, na Escola Estadual Alfredo José da Silva, de Barra do Bugres, situada a cerca de 165 quilômetros de Cuiabá.

Com a participação no evento, a equipe concorre a uma premiação que pode resultar em mais oportunidades científicas no cenário internacional. Porém, a professora Laura Amorim afirma que a experiência no exterior e o conhecimento de centenas de pesquisadores de outros países já representa uma grande recompensa.

Para a estudante Débora, a viagem tornou mais perceptível a importância do trabalho sobre a identificação e diminuição do desperdício. Durante a viagem, professora e estudante passaram por locais com escassez de alimentos, situação que ampliou o pensamento crítico das duas sobre a relação entre o desperdício e a fome.

“Os pesquisadores se surpreendem quando a Deborah apresenta o trabalho com o desperdício de alimentos.  Refletimos como por vezes acreditamos que temos pouco, mas experiências como essa, nos lembraram que existe quem tem menos ainda. Essa é uma lição que ficará guardada”, relata a professora Laura Amorim.

A ferramenta possibilitará que os estudantes quantifiquem diariamente os alimentos jogados fora, e no final do mês possam ver o quanto e quais produtos desperdiçaram. Ele promete ser um meio para diminuir, ou até extinguir, o desperdício de alimentos.

O projeto foi ampliado com o convite de profissionais para ministrarem palestras de conscientização.  Os jovens da Escola Estadual Alfredo José da Silva aprenderam, por exemplo, a diferença entre resto e sobra de comida.

A sobra é o que foi preparado e não foi servido, portanto, pode ser aproveitado porque não teve contato com a saliva. Enquanto que resto é o que fica no prato, não serve para ser reutilizado.

Com o trabalho de Deborah e Davi, algumas rotinas da escola foram modificadas. Além da diminuição do desperdício, o alimento que sobra nos pratos é separado como lixo orgânico e ganha a destinação correta.

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