
Segundo Zabot, a agricultura foi o setor que mais contribuiu para essa desaceleração da crise e impacto na econômico local. “O setor conseguiu manter a produção e aquecer o comércio exterior. Sinop é muito pautada no agronegócio. É óbvio que acabou favorecendo. A renda do setor vêm direto para cidades produtoras. O setor não sofreu tanto com a crise e nós fomos privilegiados. Por isso, estamos conseguindo sair antes da crise e sentindo menos os efeitos dela. Houve esse conjunto de fatores que favoreceu nossa economia local”, opinou.
De acordo com o economista, houve menos demissões do setor agrícola e poucas oscilações negativas de pessoas desempregadas. “Tivemos uma queda muito pequena no desemprego. Além disso, não tivemos oscilações negativas no mercado de trabalho. Ou seja, também fomos favorecidos neste aspecto. A nossa inflação local nos últimos quatro anos têm uma dinâmica muito particular. Acreditamos que seja justamente o ajuste de preço local é menos maleável comprando com Rio de Janeiro e São Paulo. A inflação local apesar de ter ficado alta foi menor que em outros estados do país. O setor se ajuda mais rápido e não ocorrem tantos cortes de postos de trabalhos. Por exemplo, se tivéssemos indústria como fator principal da economia local teríamos muito mais desempregados. A inflação favoreceu o consumo e isso reflete no comércio local. Com isso, provoca menos demissões. Tivemos até mais contratações em alguns meses”, concluiu.


