
Segundo o presidente, apesar da prefeitura alegar que está em diálogo com os servidores, as reivindicações nunca são definidas. “Para os pedidos apenas são apresentados ofícios subjetivos, com datas até no meio do ano. Isso não é resposta é enrolação. Tem que ter prazo. Isso é para tal data e isso para outra data”, declarou.
Perotti informou que, no próximo dia 19, haverá uma reunião entre os servidores e a prefeita Rosana Martinelli para discutir as reivindicações. Posteriormente, o sindicato convocará uma nova assembleia para decidir se continua com o movimento grevista ou não.
Os servidores decidiram na última terça-feira, em assembleia, entrar em greve a partir de hoje. Eles reivindicam ao executivo a valorização dos profissionais, uniformes, equipamentos segurança, reforma no pátio da secretaria de Obras e insalubridade para merendeiras e zeladoras, monitor de ônibus escolar entre outros.
Porém, o desembargador José Zuquim Nogueira, do Tribunal de Justiça concedeu liminar, requerida pela prefeitura, em ação declaratória de ilegalidade de greve e determinou, na última quinta-feira, que o sindicato se abstenha da greve, sob pena de multa diária de R$ 20 mil, em caso de descumprimento. O desembargador decidiu que ficou comprovado o interesse da administração pública em estabelecer diálogo com o sindicato e ele considerou ainda o impacto no atendimento a população e nos cofres públicos.
“É fato público e notório que a paralisação dos serviços acarretará prejuízos ao erário e também aos munícipes, sem levar em conta aqueles considerados essenciais”, sentenciou.


