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Conselheiros do TCE Mato Grosso participam de Fórum Internacional na Espanha

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, José Carlos Novelli, apresentou, na Universidad de Valladolid, a tecnologia como ferramenta de incremento da receita municipal durante o fórum internacional de Direito, com foco “Sistemas de Inteligencia Artificial: La Sostenibilidad Del Trabajo Humano en Jaque” e “Globalização e Direitos Humanos”, promovido pela Escola de Direito Alfa Educação Fadisp/Unialfa com a Università di Siena e a Universidad de Valladolid, em parceria com o Instituto Brasileiro de Estudos Tributários. 

A mesa teve como moderador o professor da Unialfa, Tulio Augusto Tayano Afonso, com participação da professora-doutora Carmen Martinez San Millán, coordenador-geral dos cursos da Escola de Direito Alfa Educação Fadisp/Unialfa, parceira do TCE-MT e da realização do evento, Lauro Ishikawa. “Essa participação é muito importante para todos nós e para o Tribunal de Contas, não estamos aqui apenas como ouvintes, estudando, mas também como participantes ativos. É muito gratificante”, declarou o presidente.

O conselheiro Sérgio Ricardo apontou, no evento, a relevância de mostrar para o mundo o trabalho desenvolvido pelo TCE-MT, para além da missão constitucional de fiscalizar. “Importante poder falar em um encontro internacional, onde estão presentes grandes pensadores do mundo todo, sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, que nosso TCE defende para Mato Grosso. As mudanças climáticas, desmatamento e poluição são motivos de preocupação de todos os países. Mostramos que estamos orientando os municípios de Mato Grosso a adotarem práticas que a lei determina, principalmente agora com o novo marco do saneamento básico, cujas determinações devem rigorosamente adotadas. Vimos aqui que Mato Grosso chama atenção pelo grande potencial que tem, principalmente por possuir três grandes ecossistemas e ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo.”

O procurador-geral de Contas, Alisson Carvalho de Alencar, foi moderador do painel “Globalização e Direitos Humanos”, que contou ainda com o ministro do TSE André Ramos Tavares. “Os direitos humanos estão hoje garantidos juridicamente em muitos planos, a nível nacional, internacional e até mesmo supranacional, com a proteção por meio de organismos como a ONU e a OEA. Já a globalização, por sua vez, precisa ser reconhecida na sua ambivalência. Ela pode pôr em risco a multiplicidade cultural, mas pode também enriquecer, porque permite a conscientização das diversidades segundo nações e regiões ou culturas. É o surgimento de uma comunidade mundial global”, declarou o procurador-geral de Contas.

Alisson destacou ainda que a globalização é um dos fatores que convergem, em muitos países, para a violação do direito à vida, do direito à proteção da saúde, dos direitos das minorias, e do direito a um padrão de vida adequado à saúde e ao bem-estar. “Dessa forma, o debate tem esse objetivo de esclarecer como a globalização tem afetado positivamente ou negativamente os Direitos Humanos atuais.”

O fórum busca oferecer um amplo conhecimento dos sistemas europeu e latino-americano, aproveitando a imersão no ambiente jurídico e cultural da Europa. Além disso, busca apresentar as principais questões levantadas pela globalização do direito e pela comunicação transjudicial, com foco em ambos os sistemas. O secretário-geral da presidência do TCE, Marco Antonio Castilho Rockenbach, também participa

A informação é da assessoria do TCE.

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