
“Eu sou soldado, estou pronto se for necessário, mas eu preferiria que outro fosse presidente, porque eu assumi o mandato na Assembleia pela metade e perdi dois anos. Quero focar no meu mandato, tenho que andar muito e trabalhar em dobro, e não quero ter que desdobrar o meu trabalho em dois. Porque o partido é uma grande responsabilidade que quem assumir deve trabalhar com muita veemência, e caso eu seja escolhido, não vou poder focar no mandato”.
De acordo com ele, a escolha de um novo nome para a presidência, que hoje é ocupada por William Sampaio, deve acontecer até a primeira quinzena de abril. “Estamos em fase de conversações. O PT tem bons nomes que podem assumir a presidência. O Ságuas é um deles, inclusive. Até meados de abril devemos definir isso”.
Além disso, o petista explica que após essa definição, o partido começará um programa para se reerguer para as eleições de 2018. “O partido está com muita força e esperança. A eleição de 2018 se aproxima e essa direção vai ter a responsabilidade de conduzir esse processo, tanto no Estado como em nível federal, com a provável candidatura do companheiro Lula à Presidência da República. Nós vamos tomar essa decisão, de um novo presidente, com bastante maturidade”.


